Alienação Parental - Você sabe o que é?

Sabemos que esse é um assunto sério e, exatamente por isso, queremos falar sobre ele.

 

 

Quanto mais informações tivermos, mais munidos de ferramentas estaremos para
educar nossos filhos da forma mais positiva possível.


“O ato de alienação parental é a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente, 
promovida ou induzida por um dos genitores, avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente
 sob sua autoridade,  guarda ou vigilância, com o intuito de repudiar o genitor ou causar prejuízo 
ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este”. 

 

Como ela acontece na prática?
Proibir que o pai/mãe veja a criança e dificultar as visitas, no caso de os pais serem separados; omitir 
informações sobre os filhos; apresentar falsas denúncias para dificultar a convivência; fazer 
chantagens; manipular; influenciar a criança ou adolescente contra o pai/mãe, entre outras coisas.

 

Ela pode se estender também aos familiares e avós, além dos pais. Ao contrário do que muitos pensam, 
a Alienação Parental não ocorre somente com pais separados.

 

Como evitar essa situação:
- Nunca discutir e brigar com seu marido ou esposa na frente dos filhos;
- Jamais pedir para os filhos tomarem partido em uma discussão;
- Não falar mal do marido ou esposa para as crianças;
- Não jogar a responsabilidade das decisões em relação às crianças somente ao pai ou a mãe;
- Não desautorizar e desmoralizar o outro na frente da criança;
- Em hipótese alguma, pedir para os filhos escolherem entre o pai ou a mãe;
- Manter um ambiente familiar harmonioso, sem brigas, discussões e gritos.

 

Muito importante:
Os filhos têm os pais (pai e mãe) como referências de vida e o amor por eles é igualmente
sentido. A Alienação Parental pode causar diversos prejuízos psicológicos às crianças, problemas
de comportamento, dificuldades nos relacionamentos, além de dificultar a relação entre pai e filho 
ou entre mãe e filho. As consequências para a fase adulta são incalculáveis.

 

As crianças e adolescentes têm direito, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, à 
convivência familiar. E quanto mais harmoniosa ela for, melhor para toda a família.

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